Etiqueta: tarefa a fazer

A ATITUDE mais OUSADA da HUMANIDADE em A Mudança está DENTRO de SI

A ATITUDE mais OUSADA da HUMANIDADE em A Mudança está DENTRO de SI

Olá olá, aqui estamos nós para a nossa 5ª Conversa com Deus, no desafio 28 dias a blogar sem parar, onde nos é pedido que tomemos uma ATITUDE que até à data foram muito poucos os que Tiveram CORAGEM.

Ora vamos lá,

Envolve te e vais ver como podes TRANSFORMAR a tua Vida  e levá-la para outro patamar.

Vamos lá então:

Não sei bem de onde veio este artigo, mas alguém enviou por email e exprime, com inteligência e na perfeição, aquilo que quero transmitir:

[fancy_box id=5]

Havia uma tarefa importante a fazer e TODOS tinham a certeza de que ALGUÉM haveria de o fazer. Qualquer um podia tê-lo feito, mas NINGUÉM a fez. ALGUÉM zangou-se por causa disso, pois era trabalho de TODOS. Todos julgavam que Qualquer um podia ter feito, mas NINGUÉM se deu conta de que TODOS não o fariam.No final, TODOS culparam ALGUÉM quando NINGUÉM fez o que TODOS poderiam ter feito.

[/fancy_box]

Convido -o a tomar uma decisão de não ficar “sem fazer nada” – Opte por fazer “algo”.

Espero não estar a ser demasiado repetitivo quando digo que a vida não será a mesma depois da Reformulação da Humanidade; porém, se todos fizermos “algo” as mudanças serão para melhor.

É verdade que algumas almas terão abandonado o nosso Mundo (e honramo-las profundamente pelo sacrifício que fizeram na vida atual pelo bem de todos), mas a maioria estará por cá e levará a evolução para a frente neste ambiente, ajudando no rescaldo dos acontecimento e fazendo-o de tal forma que as mudanças serão para melhor.

Pessoalmente, não tenho grandes dúvidas  de que você e eu faremos “algo”.

Estamos preparados para assumir a posição que nos foi atribuída, para segurarmos as pontas, para desempenharmos o nosso papel. Somos a maioria. Só precisamos que nos seja atribuida uma tarefa.

Muita gente não sabe aquilo que pode Fazer, por isso parte do principio que não consegue fazer nada. Isso não é verdade

[fancy_box id=2]

Grande parte de nós

está a adotar doutrinas

que não têm qualquer

fundamento de verdade

[/fancy_box]

Temos muitos assuntos para discutir e é isso que precisamos de fazer.

Será fácil e DIVERTIDO.

Trago mais boas noticias: Não estará sozinho(a).

Estamos aqui. Todos nós que estamos envolvidos nesta conversa.

Daqui a pouco escreverei sobre uma forma possivel de tirar partido do facto de estarmos aqui todos reunidos.

Depois poderemos perguntar em unissono: “PORQUÊ?”

O que levou às condições atuais no Planeta?

Ninguém está a fazer esta pergunta, pois já foi feita vezes sem conta, sem Grandes resultados, ou pior ainda, por se julgar que se conhece a resposta.

Alguns julgam que a resposta está relacionada com a sua doutrina politico de outras pessoas. Se ao menos as pessoas adotassem a sua doutrina politica, tudo se resolveria.

Outros julgam que a resposta está relacionada com a doutrina económica de outras pessoas. Se ao menos as pessoas adotassem a sua doutrina económica, tudo se resolveria.

Estão todos enganados.

A razão pela qual a nossa espécie continua sem capacidade de criar neste Planeta a vida que dizemos querer é a maioria estar a adotar doutrinas que não têm qualquer fundamento de verdade.

É isto que temos de parar de Fazer. É a nossa História Cultural que tem de Mudar.

bannercorreiodoblog-tnprt-131

 

Já usou a expressão “história cultural” umas quantas vezes. Ajude me a entender exatamente ao que se refere. Estava a referir-se Às nossas religiões, certo?

É muito mais do que isso.

Uma História Cultural é um conto extenso que narramos aos nossos filhos e que eles narram aos filhos deles, de “como é”, de “quem somos”, da “forma como tudo funciona” e da finalidade de tudo.

Trata se da história que nos foi contada a nós – e que foi contada aqueles que no-la contaram.

É a narrativa que ouvimos todos os dias das nossas vidas, de uma forma ou de outra.

[fancy_box id=2]

É o Conhecimento Transmitido de Geração em Geração.

É a Hipótese Herdada.

É a Suposição Comum.

É o Mito da Memória.

[/fancy_box]

É a história que nos dá as bases das religiões – bem como dos processos políticos, do sistema económico e de todas as formas de interação social.

Influencia as nossas vidas a todos os níveis: os rituais de namoro e de sedução, os hábitos sexuais, os modelos de acasalamento e casamento, as abordagens educativas, as amizades… Tudo.

Precisamente por ser tão Universal, é desta história que deviamos falar.

Contudo, é sobre isto que muita gente não quer falar.

Porquê?

Parece que sabem que é este o verdadeiro problema. O problema é a história deles.

No entanto consideram na sagrada, um conto narrado vezes sem conta que aceitam fervorosamente e ao qual não tencionam renunciar nem querem abandonar.

Fazê-lo equivaleria a abandonarem os antepassados, a desvalorizarem as tradições , a desonrarem a História.

Uma pastora maravilhosa cuja a igreja eu frequentava há quase 20 anos, a Reverenda Terry Cole-Wittaker, costumava perguntar nos sermões dominicais:

“A quem teriam de tirar a razão para ficarem vocês com ela?”

Que pergunta mais pertinente!!

As pessoas sabem que, se mudarem a sua história – a história do grupo ou a Individual – significa que mudaram de opinião sobre o que lhes foi dito de importante pelas pessoas importantes nas suas vidas.

Além disso, sabem como tal afetará a noção de quem são, do que está instituido, dos seus planos e estratégias para o destino que planearam.

Uma mudança tão Grande, é extremamente complicada para muitas pessoas. Talvez até para a maioria, que prefere manter tudo igual mesmo que o presente não seja o melhor, pois a mudança traz o desconhecido – e aquilo que não se conhece muitas vezes é temido.

É o Medo que IMPEDE a Mudança.

As pessoas podem não Gostar da situação atual, mas pelo menos sabem com o que contam.

Daí que o Diálogo pode levar a mudanças significativas que nem sempre seja bem recebido ou tolerado.

Julgo que vai além do simples Medo do desconhecido.

A humanidade parece estar presa… É urgente uma conversa para o paraíso.

 

Há Que Fazer O Que Nunca Foi Feito

vale a pena trocar o certo pelo duvidoso

Imagine uma conversa capaz de mudar tudo. Muitos – creio até até que a maioria – talvez nunca venham a ter essa conversa, a  menos que sejam convidados a tomar parte nela. É aí que conto consigo.

Mas o que poderá uma conversa revelar ou implicar a ponto de nos levar ao paraíso?

Seria uma conversa com muitas pessoas. Se centenas, digamos, milhares, muitos milhares, estivessem envolvidos na mesma conversa no seio dos seus pequenos grupos sociais, paróquias ou encontros familiares, onde quer que fosse, ou se muita gente começasse, de repente , a falar sobre o mesmo assunto nas redes sociais, por exemplo, esta conversa única envolvendo muitas pessoas em muitos lugares poderia, em última análise, dar origem ao paraíso na terra – de uma forma relativamente rápida.

A semente desta ideia surgiu quando uma conversava tranquilamente com algumas pessoas em Ashland, no Oregon, a passar cinco dias comigo e com a minha mulher por ocasião de um acontecimento a que chamamos Regresso a Casa.

(Cada ano um grupo diferente – entre seis a dez pessoas – reúne-se connosco durante cinco dias para refletir sobre a vida a um nível muito pessoal)

Foi durante o regresso a casa de Agosto de 2010 que alguém fez um comentário sobre o poder absoluto de algumas das questões que eu tinha estado a colocar durante as nossas conversas.

[fancy_box id=6]

Chamei-lhes as Sete Perguntas Básicas.

– O mundo inteiro devia ser convidado a colocar essas perguntas e a responder-lhes! – alguém exclamou.

– Sim – concordei – Às vezes parece me que se andássemos por aí a colocar estas Sete Perguntas básicas seríamos uma geração do paraíso.

A ressonância dessa frase atingiu-nos logo a todos. Depois de um silêncio pasmado, alguém do grupo, um britânico, disse:

Neale, isso devia ser dito por todo o lado. Podias dar inicio a um movimento global em redor deste tema.

E assim fizemos. Foi o que todos naquela sala fizeram, ali naquele momento.

Tinhamos tão-só de estimular toda a gente a ter uma conversa simples com o maior número possível de pessoas, colocando aquelas Sete perguntas básicas.

[/fancy_box]

A partir dessa ideia, criámos o chamado Movimento  das conversas.

Aquele homem do reino unido, Steve Minchin, tornou-se no coordenador Mundial voluntário do movimento. E é assim, meus amigos que acontece.

É assim que se começam Grandes que mudam o mundo.

Quer dizer, será que basta fazer as Sete perguntas?

Depois de uma profunda reflexão, eis a conclusão a que cheguei:

Sim, basta. Estas perguntas em particular estinmulam explorações de novas ideias acerca de quem somos, acerca da verdadeira finalidade da vida, sobre quem é Deus e acerca da verdadeira relação entre todos.

Além disso, o objetivo de uma tal conversa não seria marginalizar, ridicularizar nem abandonar crenças antigasmas simplesmente convidar à consideração de novas crenças.

Para considerarmos novas crenças, temos de fazer o que se faz nas ciências, na medecina, e na tecnologia, mas que ainda não tivemos coragem de fazer na religião nem em muitas outras questões de crença pessoal.

Temos de estar dispostos a questionar pressupostos anteriores.

Esta seria a ATITUDE mais ousada que a Humanidade poderia tomar no presente.

bannercorreiodoblog-tnprt-131

Uma fórmula que resulta

Seja em que área for, a mudança nunca é bem aceite. Como assinalou Max Plank, um dos pais da Fisica Quântica:

Uma nova verdade cientifica não triunfa porque convenceu os seus oponentes e fê-los ver a Luz, mas antes porque esses oponentes acabam por morrer e uma geração cresce já familiriazada com essa verdade.

Ou, de uma forma mais Bizarra: ” A ciência avança um funeral de cada vez”.

(Fonte: Wikiquotes: http://en.wikiquote.org/wiki/Max_Planck).

Ainda assim, mais tarde ou mais cedo, a ciência acaba por questionar o que esteve na origem de uma conclusão cientifica e  por chegar a mais respostas, a soluções ainda mais brilhantes, a resultados ainda mais magnificos.

Também acontece com a Medicina e o mesmo com a tecnologia.

É uma formula que resulta.

No entanto, com respeito Às respostas que retiramos da Religião e de outras Crenças Culturais, não importa quantos funerais foram realizados.

Não importa quantas gerações passaram. A maior parte das pessoas recusa questionar a hipótese anterior.

Na verdade, sabemos que muitos declararam que fazê-lo seria uma ato de apostasia.

É esta a Grande tragédia da Humanidade. É este o grande empecilho da nossa espécie.

Conseguimos avanços impressionantes, quase inacreditáveis, na tecnologia, medicina e ciência precisamente porque aqueles que se dedicam a estas disciplinas evitaram esse empecilho, mesmo que tivesse levado algum tempo.

Ao longo de décadas e séculos, mostraram se dispostos a fazer uma afirmação crucial que a maioria das pessoas ligadas Às crenças religiosas ou culturais não se atreve a fazer:

É bem possível que tudo o que julgamos saber esteja errado. Pelo menos, pode estar incompleto.

Se a Humanidade se envolvesse numa conversa global acerca das religiões, das crenças e da História Cultural, que começasse por esta afirmação essencial, essa conversa poderia resultar em novas ideias e dai poderiam surgir novas soluções que alcançariam os mesmos ou mais avanços da Medicina, da ciência e da tecnologia.

Poderiamos ter a vida com o qual sempre sonhámos, os resultados para os quais estávamos destinados, a experiência humana  para a qual fomos concebidos.

Constrói a Vida Que Tu Queres, utilizando os Recursos da Era Digital

Presentemente já são muitos os que estão a vivenciar estes resultados, a nível individual.

Seria mesmo maravilhoso se todos conversássemos!

Vou usar um tom mais urgente: TEMOS MESMO DE CONVERSAR.

Sem desavenças, sem brigas nem discussões, sem contradizer, contestar nem barafustar, simplesmente conversar;

– falar com paixão dócil;

-ouvir com mente aberta;

– partilhar com um coração tolerante e terno;

– explorar com um espírito generoso e concluir deixando um convite pleno de boa vontade para que a conversa não termine, para falar e voltar a partilhar, como parte de uma troca incessante que não tem de acabar.

O papel que estamos destinados a desempenhar

Agora quero dizer algo mais ousado.

Acredito aqui – À forma física, a este lugar chamado Terra, a este momento especifico e grave da história – para participar na evolução da nossa espécie.

Compreendo que tudo isto possa parecer pomposo, mas, acredito profundamente na sua veracidade. Não é única razão pela qual está aqui.

Está aqui por razões associadas à sua própria evolução, à sua própria experiência. O que no final de contas, se perceberá serem estas razões uma só.

Mas falemos. Vejamos o que pensa acerca disto.

Julga que chegou aqui, a este preciso momento, por acaso? Parece-lhe que os acontecimento que estão,  de certa a ocorrer à sua volta estão, de certa forma desordenados?

Acredita mesmo que o periodo da sua vida na terra neste momento crucial nãopassa de uma coincidência?

Está certo de que a sincronização perfeita da sua chegada com a chegada Deste Momento foi mero acaso?

Participa, responde.

Isto é o que eu Penso: não.

Não é assim que a vida funciona. Na vida, nada acontece por acaso. São os nossos desígnios para a vida que a fazem avançar.

Inclusive os nossos designios antes de nascermos.

Possuimos uma alma

janela-da-alma

Somos muito mais do que um corpo com uma mente, a “vida” vai muito para além dos limites da nossa atual encarnação física.

Se não acreditar no que acabei de dizer, será difícil aceitar, com facilidade e sem desconforto, a ideia de que parte da sua viagem na terra será dedicada a auxiliar a evolução da sua própria espécie.

Pode parecer uma tarefa gigantesca, fora do seu alcance, para além das suas capacidades, mas não é assim.

Está perfeitamente apto a prestar o auxilio que a vida lhe está a pedir.

Se estiver disposto a prestá-lo, poderá realmente -vou repetir:

AJUDAR A MUDAR O MUNDO.

Vê o video que Fiz hoje a falar sobre esta Conversa

[fancy_box id=5]

PONTOS FULCRAIS:

  • Se todos concordamos que não podemos ficar “sem fazer nada” durante a Reformulação da Humanidade, as mudanças que se avizinham serão para melhor.
  • Grande parte das pessoas tem adotado doutrinas que não tem qualquer fundamento de verdade.
  • É urgente questionar essas doutrinas.
  • Poderá tornar-se numa conversa do paraíso – se todos conversarmos entre nós
  • Está destinado a desempenhar um papel na evolução da espécie.

A FAZER:

  • Aprenda o mais possível sobre a antiga História Cultural para a podermos debater
  • Envie propostas para a nova História Cultural, visitando o site:

                   www.theglobalconversation.com

  • No seu grupo de conhecidos, fomente conversas sobre a HISTÓRIA ANTIGA E A NOVA HISTÓRIA – e em especial, coloque as Sete Perguntas Básicas que aqui discutiremos em breve

[/fancy_box]

E porque será que é tão dificil acreditar que TODOS podemos ser Livres e Felizes?

Até amanhã com a próxima Conversa:

É DA SUA EVOLUÇÃO QUE SE TRATA

Vive uma vida Extraordinária Como TU.

Sandra

 

%d bloggers like this: