Uma Nova Prioridade Para Si e Toda a HUMANIDADE em A Mudança está DENTRO de SI

Uma Nova Prioridade Para Si e Toda a HUMANIDADE em A Mudança está DENTRO de SI

E assim começa a nona Conversa onde vamos aprender o que precisamos fazer para conseguir alcançar tudo o que desejamos até à data, mas que poucos conseguiram.

Lembra te que este artigo é um desafio que começou AQUI

Vamos lá dizer então alguns “disparates”.

Acabei de apresentar as Sete Perguntas básicas e acredito que, colocadas na altura certa e no sitio certo, darão inicio a conversas que poderão mudar a nossa visão do mundo.

Ora eu sei que há pessoas que não estarão interessadas em avançar para além da segunda questão. Se bem se lembram, a questão era:

[fancy_box id=1]

Existirá algo que não conseguimos

entender plenamente sobre Deus e a vida,

e cuja compreensão permitiria mudar tudo?

[/fancy_box]

Se a maioria dos seres humanos disser “não”, pouco mais haverá para discutirmos.

Se a maior parte das pessoas acredita que atualmente, enquanto espécie, sabemos tudo o que precisamos de saber para criar as vidas que desejamos viver, então a procura de novas ferramentas para o futuro revelar-se-á inútil.

Podemos todos abandonar estas questões, continuar a viver as nossas vidas no momento presente, tentar obter tudo o que queremostrabalhar para dar aos que amamos o que eles querem;

  • esperar o melhor para nós
  • para os nossos filhos
  • e para os filhos dos nossos filhos,
  • e deixar andar

No entanto, tenho uma proposta diferente a fazer.

Quero dizer-lhes que o truque não é tentar constantemente obter tudo o que queremos e dar aos outros o que eles querem.

O Truque é Mudar Aquilo Que Se Quer.

O truque é estabelecer um novo conjunto de prioridades para cada um de nós.

Ora, se isto não basta para iniciar uma conversa animada na sua casa e na sua comunidade, então nada resultará.

Pode começar a conversa dizendo:

“O que achas que aconteceria se todos mudássemos aquilo que queremos?

O que quer dizer com “Mudar o que queremos”?

Quero dizer isso mesmo. Significa mudar aquilo que deseja para si e aquilo que quer dar aos seus entes queridos.

Não devíamos querer Paz, Segurança… O que é que tinha naquela lista?

Paz, segurança, prosperidade, felicidade e Amor.

Pois. Não é isso que devíamos desejar?

Não, porque se é isso que quer, estará sempre a tentar produzi-lo.

É lógico.

Bem, como diria o Dr. Phil, parece-lhe que está a resultar? Se aquilo que quer alcançar for algo diferente, e se produzir isso mesmo, então ao produzi-lo resultará nisto….

Perdão,… mas que raio está para ai a dizer?

Estou a dizer que andamos atrás das coisas erradas. A maior parte de nós esforça-se por produzir o que está errado. E é isto que não entendemos… e seria essa compreensão que permitiria mudar tudo.

bannercorreiodoblog-tnprt-131

 

Quando decidimos alterar o que queremos, quando decidimos produzir aquilo que será mais benéfico, como resultado final também teremos aquilo que antes tentámos criar.

Estou a dizer que tudo isto que todos nós afirmamos querer são coisas que podemos ter – mas não de forma fácil, não sem nos esforçarmos, não se continuarmos a tentar obtê-las da maneira como temos feito até hoje.

Estou a responder À pergunta:

– Como é possível que toda uma espécie deseje o mesmo e seja incapaz de o alcançar após milhares de anos a tentar?

Digo que é bem possível que não tenhamos conseguido obtê-los passados milhares de anos por termos tentado obtê-lo de uma forma que não resulta.

Então e como resultará?

A minha ideia para que resulte é não desejarmos aquilo que sempre desejámos.

Em vez de procurarmos e tentarmos criar paz, prosperidade, felicidade e tudo o resto, há que procurar e tentar criar algo muito mais abrangente

E isso será o quê?

Um conhecimento e uma vivência do EU verdadeiro, de quem realmente somos. Persiga isso e o resto virá por arrasto.

Já disse aqui umas quantas vezes que os humanos são Divinos. É aí que quer chegar?

Não posso dar-lhe conhecimento pessoal da sua própria e verdadeira identidade.

Sim, dei-lhe a minha resposta, mas a minha resposta não é importante; não é pertinente para si e é assim que deve ser.  Para si, só a sua resposta deverá ser relevante.

O problema é que, no passado, muito de nós – a maioria – adotámos as respostas das outras pessoas como se fossem nossas.

No entanto, cada pessoa deve dar a resposta à questão que se adequa a si ou ao seu EU.

Embora saiba a minha resposta, aqui estou para que as pessoas se mostrem recetivas à questão. Porém quando as pessoas iniciam este questionário, incentivo-as a considerarem todas as Sete Perguntas Básicas e não apenas esta, que as explorem uma após outra pela ordem indicada. Tal como eu fiz.

Muito bem, tenho de lhe perguntar… como nos vai dar as respostas? O que o faz pensar que as suas respostas estão certas?

(Espero que este monoconversólogo se tenha revelado um bom instrumento literário, dando-lhe a oportunidade de perceber como poderá reagir quando outras pessoas se dirigirem a si com o mesmo tipo de perguntas. Por exemplo, as perguntas acima são duas das perguntas que oiço mais frequentemente – e também poderá ouvi-las. Respondo sempre como abaixo)

Pois bem, não estou a dizer que as minhas respostas são “corretas”.

Estou só a perguntar:

– Concordamos todos que as respostas que nos deram no passado não resultam?

– Concordamos todos que pode ser benéfico procurar novas perguntas em conjunto?

Por isso esforcei-me por deixar claro que não existem respostas “certas” a estas questões.

As respostas para si são as respostas que dará. (Já agora, também poderá dar respostas diferentes em diferentes alturas da sua vida!)

No entanto acredito que se for o seu desejo avançar na sua própria Evolução, tem de apresentar algumas respostas. Eu darei algumas das minhas respostas  à medida que vamos conversando.

Parece-me que ignoramos estas perguntas por nossa conta e risco.

sete perguntas a serem respondidas

O mundo tem-nos ignorado e corre perigo. Daí eu achar que esta discussão merece a pena.

Talvez mereça, mas o que o leva a julgar que pode assumir a Liderança? Não estou aqui a ser advogado do diabo, mas pergunto-me: de onde apareceu com tudo isto?

A questão não é tanto de onde vim, mas antes para onde vamos todos.

O nosso Planeta e os seus habitantes encontram-se num processo de evolução e esse processo está a acelerar.

Se não formos cautelosos, vai-nos levar precisamente para onde nos dirigimos desde há séculos.

“Apareci” com tudo isto fruto de um desejo genuíno de ajudar a Humanidade a evoluir, fazendo-nos avançar com a Conversa do Século.

Quero iniciar essa discussão, pois vejo pessoa aturdidas, que vivem como sonâmbulas.

Observo um mundo que não sabe o que fazer a seguir. Vejo toda uma espécie baralhada quanto ao caminho a tomar.

Não, está confusa com muito mais. A nossa espécie está indecisa quanto ao caminho a tomar, mas também não sabe como aqui chegou.

Se não entendermos o passado, não temos grandes hipótese de criar o futuro de uma forma mais vantajosa.

Daqui a pouco convidá-lo-ei a dar uma vista de olhos ao passado partilhando consigo os elementos básicos da Antiga História Cultural. É importante atentarmos nisto.

Uma parte da Humanidade está a despertar e uma parte ainda maior está prestes a fazê-lo, por isso gostaria de ajudar nesse processo.

Julgo que são muitos os que gostariam de o fazer. Muitos estão a sentir este mesmo ímpeto: a vontade de ajudar.

Só que não sabem como proceder.

Não sabem que tipo de ajuda podem oferecer.

Estou somente a criar um veículo através do qual todos possam fazê-lo. Todos nós possamos fazê-lo.

Ofereço o Movimento das Conversas e coloco na mesa um debate como a Conversa do Século.

Apresento a na página TheGlobalConversation.com.

Vejo tudo isto como um começo, uma forma de darmos um pontapé de saída, um modo de fazermos movimentar a energia.

Corre atrás dos teus sonhos
Corre atrás dos teus sonhos

 

Agora permita-me que repita que as ideias de que falo aqui não me pertencem, foram-me oferecidas nas Conversas com Deus. A verdade é que ajudaram enormemente.

Como poderia deixar de as transmitir a outros se afirmo que somos todos companheiros nesta viagem?

Tenho de lhe dizer que muitas outras pessoas ao longo da história da Humanidade alegaram que Deus lhes falou diretamente…

…Ou que, por uma outra razão qualquer, foi-lhes dada a liderança de todos nós.

Estava com esperança de que esta nossa conversa fosse diferente da que se ouve.

Mas é diferente. Acredite em mim, é diferente.

O que a torna diferente  – completamente diferente – é que não alego que as ideias aqui apresentadas são as “melhores” ou as “únicas”capazes de resolver os problemas da Humanidade.

No entanto, temos de começar por algum lado e eu acho qu tem que ser algo novo.

O que vejo é que, ao tentarmos resolver os nossos problemas, partimos sempre do mesmo lugar, começamos as nossas reflexões precisamente no mesmo ponto:

Nas profundezas da Antiga História Cultural. Por isso não estamos a conseguir resolver nada.

E não resolvemos nada porque não estamos a mudar nada.

Como hamsters num roda, corremos sem parar e não chegamos a lado algum.

Não resolvemos nada, porque não estamos a mudar nada
Não resolvemos nada, porque não estamos a mudar nada

Temos de sair da roda.

O propósito do Movimento das Conversas é precisamente mudar esse facto. Não é avançar com as ideias “Para Acabar Com Tudo”, mas sim colocar perante a Humanidade as ideias “Para Tudo Começar”!

Daqui a cem anos, queremos olhar para trás e dizer que foi aqui que tudo começou, foi neste momento que finalmente mudámos a nossa abordagem, foi o tempo em que pessoas de todo o mundo disseram:

“BASTA! O que estamos a fazer não está a resultar! Tem de haver outra forma!”

Agora, o nosso dever, a nossa oportunidade, a nossa entusiasmante tarefa é apresentar ao mundo um conjunto de ideias a partir do qual poderá iniciar-se uma conversa completamente nova.

Vou propor algumas dessas ideias aqui mesmo, nas conversas deste livro.

Seguidamente, os leitores de todo o mundo poderão apresentar os seus pensamentos e as suas ideias. É para isso que o site existe.

Em breve, teremos uma conversa Global a decorrer. Será a….

Eu sei, eu sei. A “Conversa do Século”

Isso mesmo! E oferecerá à Humanidade um novo refrescante inicio, com contribuições de pessoas de todo o mundo.

Este novo começo iniciará uma nova era. Por falar nisso, parece-me um slogan jeitoso.

Um novo começo… para iniciar uma nova era.

Uma ideia em particular poderia fazer isso mesmo.

21 Palavras Que Viram Tudo Do Avesso

Das 3000 páginas dos diálogos das Conversas com Deus, houve uma especifica que me saltou à vista.

Assim que a ouvi, soube que era Revolucionária. Foi aquilo a que chamo Ideia Que Vira Tudo Ao Contrário. 

Se fosse adotada mudaria tudo, mesmo tudo por completo. Isto é que seria começar de novo.

Muito bem mordo o isco, Do que se trata?

Deus convidou – desafiou, para ser mais preciso:

  • Todos os pastores;
  • Padres;
  • Rabinos;
  • Teólogos árabes;
  • Todos os partidos políticos;
  • Chefes de estado
  • Diretores de empresas;

Todos os lideres de todas as áreas da vida a partilharem o Novo Evangelho do púlpito, de todos os pódios dos congressos dos partidos e de todas as secretárias das salas de aula.

Deus também previu que nenhuma dessas pessoas, nenhuma delas, o faria.

  • Nem um papa
  • Nem um presidente
  • Nem um primeiro-ministro,
  • Nem um Teólogo árabe
  • Nem um presidente de um partido político
  • e muito menos um professor….
  • Ninguém o faria pois é suposto, na sociedade atual, ensinarmos às crianças.
  • Não é suposto dizer aos nossos paroquianos.
  • E não é algo que nos passasse sequer pela cabeça colocar nos programas eleitorais dos partidos políticos.

bannercorreiodoblog-tnprt-131

Ora, por amor de Deus, do que se trata então para ser um Impedimento tão grande?

São duas simples frases, somente 21 palavras. Mas se essa mensagem fosse adotada pelo mundo, o mundo sofreria uma Magnifica alteração.

O novo Evangelho proposto nas Conversas com Deus é:

SOMOS TODOS UM SÓ. A NOSSA FORMA DE VIDA NÃO É A MELHOR, A NOSSA FORMA DE VIDA É SIMPLESMENTE DIFERENTE.

Certo. Muito bem.

Pois. Isso é Interessante.

Especialmente a última parte.

É uma ideia interessante.

Mas se as pessoas ou os partidos políticos não acreditam que têm uma forma melhor, para quê darmos-nos ao trabalho de lhes oferecer uma?

Será uma conta justa?

Se as pessoas sentem um convicção profunda, não devem expô-la?

É justíssima, essa pergunta.

Por isso deixe que responda dizendo que o problema de as pessoas falarem sobre essas convicções mais profundas não é o ato de falarem por si só, mas a mensagem implícita que nem sempre se consegue ocultar muito bem essas convicções – a mensagem de que têm toda a razão, que a forma delas é a melhor.

Quando coloquei a mesma questão que acabou de me colocar, sabe a resposta que obtive no diálogo das Conversas com Deus? Foi esta:

[fancy_box id=2][/fancy_box]

“Só porque não podes ter uma religião “melhor” ou um “melhor” partido político, ou um “melhor” sistema económico, quer dizer que não podes ter nenhum?

Tens mesmo de saber que o teu quadro será “o melhor” quadro antes de pegares no pincel e nas tintas?

Não pode simplesmente ser outro quadro? Ou outra expressão de beleza?

Será que uma rosa tem de ser “melhor” que uma íris para justificar a sua existência?

Isto te digo: São todas flores no Jardim dos Deuses. Devemos revolver a terra do jardim só porque uma é mais bonita do que as outras?

Foi isso que fizeste. Depois, lamentaste-te:

‘Para onde é que foram as flores? ‘

flores variadas

Somos todos notas na Sinfonia Celestial. Devemos recusar tocar a música porque uma nota é mais importante que a outra?”

Mas aqui estamos a falar de resolver problemas. Isso é tudo muito poético, mas a verdade é que temos de implementar ideias e não somente falar sobre elas. Obviamente que gostaríamos de implementar a melhor ideia. Se acharmos que a nossa é a melhor, temos de ser capazes de o dizer, não é verdade?

Mas é claro. No entanto, dizer  que “acha que é” é uma coisa, outra muito diferente é insistir nesse ponto. Será que me dá licença que traga aqui um pouco da sabedoria antiga?

O meu pai costumava dizer-me:

“Filho, duas cabeças pensam melhor do que uma”

Se as pessoas exprimissem as suas convicções mas admitissem que são necessariamente donas de todas as respostas ou das melhores soluções, dissessem que veem os mesmos problemas que todos nós, e se deixassem bem claro que estão realmente interessadas em encetar um diálogo para que se perceba se essa combinação de ideias pode vir a produzir respostas espantosas, o resultado seria de grande utilidade.

Contudo, a situação muda de figura  se as pessoas exprimem as suas convicções relevando-se convencidas de que aquilo em que Acreditam acerca de está, sem sombra de dúvida, absolutamente certo.

Além disso, se tratam as opiniões dos outros, não como diferentes, mas como inválidas – ou, pior ainda, perversas – então o caso não muda apenas de figura: estamos perante outro problema.

Criámos um problema ao resolver um problema.

É isso que está a acontecer presentemente. É a polarização de que falámos antes.

É normal no processo de conclusão de uma era, mas isso não significa que avancemos do mesmo modo.

Por isso o Novo e Evangelho mostra uma forma diferente de avançar.

O que aqui está a ser revelado nesta Conversa, é “outra forma” de fazer as coisas, “outra forma” de sermos humanos.

Não se trata de uma “forma única”, nem da “melhor forma”, trata-se apenas de “outra forma”.

Falo aqui de uma análise e não de uma declaração; é um convite e não uma proclamação;

Trata-se de uma reflexão e não de uma comunicação.

A nossa delicada reflexão é a seguinte: – O que temos feito até agora não está a resultar.

Existem mesmo dúvidas de que algum vez tenha resultado.

O que nos leva a perguntar: devemos persistir?

Reuni excelentes sugestões como alterarmos o modo de agir – são ideias que advieram de várias fontes ao longo dos anos – e registei-as na Segunda parte deste livro. Espero que as analisem comigo.

Mas antes julgo que é justo que responda às Sete Perguntas Básicastal como lhe peço a si que o faça.

Não é que as minhas respostas sejam mais importantes do que as de qualquer outra pessoa (e decerto que não são mais “exatas” nem “certas”), mas se lhe peço que entre no jogo tmbém tenho de entrar. Assim, seguem-se as minhas respostas

 

[fancy_box id=6]

PONTOS FULCRAIS:

  • A forma de a Humanidade fazer com que a vida resulte é muddar aquio que deseja.
  • Seria extremamente benéfico conhecer e vivenciar o seu eu genuíno.
  • Não resolvemos nada no mundo porque não mudamos nada no mundo, pela forma como pensamos em quem somos e sobre como deveriamos agir.
  • Existe um Novo Evangelho capaz de mudar tudo – basta adotá-lo.

A FAZER:

  • Muda aquilo que deseja da vida. Decida neste preciso momento que não se trata de segurança, estabilidade, felicidade, prosperidade ou amor. Decida, de imediato, que o que quer é conhecer-se e expressar-se como realmente é – recorde e adote o Novo Evangelho. Repita-os muitas vezes a outras pessoas… e convide-as a repeti-lo muitas vezes a ainda mais pessoas.

[/fancy_box]

E assim chegamos ao fim da nossa Conversa, incentivo-te a comentares e a participares nesta conversa.

Lembra te que estamos aqui para sermos Livres e Felizes.

Vemos-nos amanhã para a 10ª Conversa: Primeira Questão: Reflexões pessoais.

Vive uma vida Extraordinária.

Sandra

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

Ao publicar um comentário neste site, concordas com a politica de privacidade do site acerca de como os teus dados são guardados e geridos.

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.

%d bloggers like this: